..era Fevereiro de 1972 a rapaziada do Hoquei Clube de Tete foram-se mostrar a Moatize. O entusiasmo entre miudos dos dez aos treze era uma aventura , sairem de Tete-cidade mostrarem os seu dotes de patinadores e jogadores. A festa foi grande e assistência aplaudi-os, enchendo-os de orgulho e incentivando-os a prosseguir, que para alguns chegou á internacionalização. As horas passaram tão rápido, que o sol caiu e o batelão parou. Agora como é que vamos passar do Matundo para Tete?
Aí deu-se a " Inauguração da Ponte"por todos a passar a pé , graças a autorização do Governador Rocha Simões, cujo filho tambem estava no grupo.....
Vista do lado do Matundo
Vista do lado de Tete
“A construção da Ponte Marcelo Caetano (que depois da independência passou a designar-se Samora Machel) integrava-se no conjunto de trabalhos indispensáveis ao arranque da construção da Barragem de Cahora-Bassa. Inscrevia-se também no mais importante eixo rodoviário da África Oriental, que, partindo da Cidade do Cabo, na República da África do Sul, passa pela Rodésia (atual Zimbabwe), Moçambique (na província de Tete, entre o Zóbué e Changara), Malawi, Zâmbia e segue além do Quénia. Em Moçambique, servia ainda regiões com grandes potencialidades agro-pecuárias e mineiras e vinha permitir o escoamento rápido e económico das produções das terras riquíssimas a norte do Zambeze, como eraAngónia, Macanga, Marávia e Zumbo. A construção teve início em março de 1968, tendo a empreitada sido entregue à empresa Empreiteiros de Moçambique SARL (ERMOQUE), estando a fiscalização e controlo dos trabalhos a cargo da Junta Autónoma de Estradas de Moçambique. Uma descrição pormenorizada apre- senta esta estrutura, metálica e suspensa, de grande dimensão (com autoria do engenheiro Edgar Cardoso), do seguinte modo: “A ponte sobre o rio Zambeze, com
















